LOST [4X05] – The Constant

fevereiro 29, 2008 às 4:22 pm | Publicado em LOST | 6 Comentários

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Davi Cruz – Nota 9,0

Mais uma vez, LOST comprova sua imensa capacidade de aguçar a nossa curiosidade e de manipular nossos sentimentos. Inicio o texto com essa certeza, pois foi exatamente isso que “The Constant” conseguiu. Num período de 42 minutos alternei entres momentos de enorme desapontamento e momentos de grande euforia, quase da mesma forma com que Desmond e sua “consciência viajante” alternavam entre os anos de 1996 e 2004.

Os momentos de desapontamento vieram das “viagens no tempo” iniciais e da possibilidade de LOST estar seguindo com um caminho absurdo demais. Já os momentos de euforia, surgidos inicialmente devido a forma brilhante com que o episódio foi dirigido, foram aumento à medida que eram apresentadas explicações interessantes e razoáveis.

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Confesso que cheguei a cogitar a hipótese de desistir de LOST mas, ao final do episódio, só me restou a euforia e a profunda admiração pelos realizadores da série.

O episódio mostra Desmond sofrendo com os “efeitos colaterais” causados pela viagem entre a ilha e o barco, semelhantes aos flashes mostrados no episódio FLASHES BEFORE YOUR EYES.

O problema é que, desta vez, a experiência é bem mais intensa. Desmond alterna momentos nos dias atuais (2004) com momentos em 1996, na época em que fazia parte do exército escocês, porém sem saber exatamente a qual dessas duas épocas ele pertence. Ele inclusive, não lembra de como foi parar na ilha e nem reconhece as pessoas ao seu redor.

Num enredo que lembra um pouco DE VOLTA PARA O FUTURO (amo aquele filme), Desmond precisa encontrar, no passado, o físico Dan Faraday, para que este o ajude. E é justamente este encontro entre os dois que nos revela um grande mistério da série: as viagens no tempo. Segundo Faraday, apenas a consciência da pessoa que viaja, graças a uma determinada combinação entre a radiação e o eletromagnetismo.

O título “The Constant” refere-se a uma constante que Desmond precisa encontrar, algo importante para ele, tanto no passado quanto no presente, unindo essas duas épocas e evitando que o cérebro dele entre em colapso.

A situação torna-se ainda mais tensa e urgente após Desmond presenciar a morte Mikowski e da cobaia Eloise, ambas causadas pelo colapso cerebral, após passarem pela mesma situação que ele.

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Obviamente, a única constante em que Desmond consegue pensar é sua amada Penny. O encontro entre os dois (no passado) e a conversa telefônica (possível graças ao lado “McGiver” do Sayid) são emocionantes, comprovando que, além de uma história intrigante, LOST ainda se destaca pelo alto nível de seu elenco.

Entre as respostas fornecidas pelo episódio, além da questão da viagem no tempo, está a comprovação de que o tempo “fora” da ilha não corre de forma diferente – isso porque, tanto na ilha quanto fora, eles estão na véspera do Natal de 2004.

Fica clara também a questão envolvendo a adivinhação das cartas, mostrada no episódio passado. Faraday, após anos de contato com a radiação dos seus experimentos, acaba desenvolvendo algum problema com sua memória – e por isso que passa a registrar tudo em um diário. O jogo das cartas era um teste, para verificar se esse problema poderia ser curado pela ilha.

Enfim, um capítulo com muita informação e que, com certeza, será fonte de muitas discussões durante a semana.

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LOST [4X04] – Eggtown

fevereiro 28, 2008 às 9:11 am | Publicado em LOST | Deixe um comentário
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Davi Cruz – Nota 9,0 

Antes tarde do que nunca, seguem meus comentários sobre o episódio EGGTOWN, que apesar de ligeiramente inferior aos 3 anteriores, ainda assim foi muito bom e nos bombardeou com novas dúvidas. Para quem reclamou que faltou aquele início de temporada com uma imagem de um olho, este foi o início do episódio.

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Como muita coisa já foi comentada, vou ser bem direto, separando os principais tópicos tratados no episódio, juntamente com a minha opinião:

O ACORDO

Para tentar compreender a maioria dos novos mistérios dessa temporada, é fundamental tentarmos entender COMO os “Oceanic  Six” saíram da ilha. Por tudo que foi mostrado até agora, bem como pelo título desse episódio (segundo alguns, refere-se a uma expressão americana, onde EGGTOWN são acordos onde um dos lados sai perdendo muito) acredito que o dr. Jack Shepard tenha feito um acordo que possibilitou a saída de 6 pessoas da ilha. Tal acordo teria sido feito com o pessoal do navio, mas não me surpreenderia se tivesse sido feito com Ben Linus (visto que Sayid agora trabalha para ele).

ILHA DO PACÍFICO X OCEANO ÍNDICO

Para mim, um dos assuntos mais incompreensíveis até agora: se o avião (falso) havia sido encontrado no Oceano Índico (como mostrado na TV) porque é que Jack diz, durante o julgamento de Kate, que o avião caiu em uma ilha do Pacífico? Além da mudança de oceano, Jack ainda incluiu a palavra “ilha” no seu depoimento.

Por mais que eu tente, não consigo pensar em nenhuma hipótese que explique isso.  Como a população reagiria, diante de uma mentira deste tamanho? 

DANIEL FARADAY

Foi uma cena rápida, mas muito interessante, mostrando o físico-amalucado tentando lembrar-se de uma seqüência de três cartas. Inicialmente, imaginei que ele estava testando algum tipo de adivinhação, etc. Mas depois, lembrei que Rose e Locke se curaram na ilha e entendi que Daniel estava tentando fazer o mesmo. Talvez ele tenha algum tipo de doença degenerativa, que afete sua memória, e esteja testando se a ilha é capaz de curá-lo.

HELICÓPTERO

Passadas mais de 24 horas, o helicóptero ainda não apareceu no navio. Pensei em três opções:

– O helicóptero caiu no mar. Se a chegada à ilha sempre é problemática, a saída também pode ser.

– A diferença entre o tempo na ilha e o tempo no exterior fez com que essa viagem tenha demorado esse tempo todo. Se o foguete, que deveria ter levado 30 segundos, levou 30 minutos, a viagem de helicóptero, que deveria levar – digamos – 25 minutos, levaria 25 horas…

– Eles chegaram no navio, mas por algum motivo, ainda não revelaram isso.

JOHN LOCKE X MILES X BEN

Como eu odeio o Locke! Além de ser burro e ser enganado por todos, ele ainda está cada vez mais preocupado em ser o “líder” da ilha. Ridícula aquela cena da granada!

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Já a cena que mostra Miles exigindo dinheiro de Ben me deixou totalmente confuso. Tenho uma teoria sobre LOST que diz que nada é tão simples quanto parece nessa série. Portanto, não acredito que tratou-se de uma simples extorsão por parte de Miles. Para mim, aquela foi uma conversa codificada, devido a presença da Kate…

Achei a soma de US$ 3,2 milhões muito baixa, para a quantidade de segredos existentes da ilha (foram capazes de afundar um avião falso para proteger a ilha), além de achar estranho o fato de ser usado um número quebrado (porque não 1 milhão? Ou 5 ou 10?).

Acredito que Ben tenha realmente um informante no barco e que ele é Miles. Porém, o informante seria tão secreto que nem o próprio Ben saberia quem ele é. E aquela conversa seria apenas uma forma de Ben perceber que Miles era o informante.

FLASHFORWARD DA KATE

Achei muito importante, pois mostrou dois lados distintos da Kate:

– A Kate maternal, que cuida de Aaron como seu fosse seu próprio filho, buscando também uma certa compensação pelos seus erros do passado, incluindo aí a distância da própria família.

– A Kate fria. Não li ninguém comentando sobre isso, mas me chamou a atenção o fato dela, ao contrário de Jack, não estar interessada em voltar para a ilha e/ou ajudar quem ficou lá. No final da temporada passada, vimos um Jack destruído pela culpa, enquanto Kate aparentava estar bem. Já sabemos agora que ela recomeçou sua vida sendo mãe de Aaron, mas mesmo assim, acho que ela deveria sentir um pouco da culpa que Jack sente.

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AARON

Já que não resta dúvidas de que o guri realmente é mesmo Aaron, filho da Claire, milhões de dúvidas surgem:

– Porque Kate está com o garoto, mentindo que é seu próprio filho? Na minha opinião, isso faria parte do acordo que permitiu a saída de 6 pessoas da ilha. Kate teria levado o garoto para protegê-lo, já que ele é importante para os Outros (tanto que já  seqüestraram Claire). Agora, o porquê de Claire não sair, já é outro problema…

– Porque Jack não quer ver Aaron? Provavelmente porque o menino o faz lembrar do tal acordo e da situação em que saíram da ilha. Talvez Claire, sua irmã, tenha morrido durante esse processo, o que faz com que ele se sinta ainda mais culpado.

*****

Aproveito o assunto para comentar a imensa facilidade com que os produtores de LOST nos enrolam. Olhando o episódio pela segunda fez, fica claro que eles encheram lingüiça durante praticamente todo o episódio, mostrando o triângulo Sawer-Kate-Jack, para que pensássemos – até o último segundo – que ela tinha engravidado de Sawer e que Jack não aceitava isso.

É claro que a história não era tão simples assim e ,o que parecia ser um simples enredo de novela mexicana, mostrou-se algo bem mais complexo, ao mostrar os personagens prestes a tomar uma decisão que iria afetá-los para o resto de suas vidas. E que, a princípio, o único dos “Oceanic Six” que lucrou alguma coisa com essa decisão (o acordo “eggtown”) foi Kate, que se livrou das acusões (num julgamento muito estranho) e ainda ganhou um filho.  

Super Máquina 2008 – Episódio Piloto

fevereiro 23, 2008 às 11:17 am | Publicado em Super Máquina 2008 | 52 Comentários
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Alex Oliveira – Nota 9

Quem já tem uma certa idade com o eu ( e o Davi ) lembra de uma série que fez relativo sucesso no final dos anos 80, começo de 90, mas que eu particularmente adorava: Super Máquina. A série tratava de um carro, que comportava um computador super avançado que se chamava Kitt. Este carro tinha uma inteligência artificial desenvolvida, o que o levava a ser capaz de fazer vária coisas. Juntamente com a carro, tínhamos um ótimo piloto, chamado Michael Knight, os quais faziam uma ótima dupla, trabalhando para uma agência especial de investigação, vinculada ao FBI.

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 Então, pulamos no tempo cerca de 20 anos e eis que surge a nova versão do seriado Super Máquina.Confesso a vocês que eu sou meio cético em relação a essas refilmagens, pois nessa minha vida de amante de filmes e séries já vi infinitamente mais porcarias nas refilmagens do que coisas boas.

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Mas qual foi a minha surpresa quando descobri que a série não se trata de uma “refilmagem” e sim de uma “continuação”. A história começa falando de uma lenda urbana, sobre a construção de um carro, cerca de 20 anos atrás, que era capaz de coisas incríveis. Depois nos mostra que o mesmo cientista que construiu o 1º, fez também o 2º, o atual, só que desta vez muito mais avançado, capaz de coisas mais impossíveis ainda.

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E o piloto escolhido para pilotar este novo Kitt ( Knight Rider 3000 ) e ninguém menos que o filho do Michael Knight original ( que aliás, faz uma ponta no filme! ) e segue os mesmos passos do pai.

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Apesar da história um pouco fraquinha do episódio piloto, eu achei muito interessante o potencial do carro, imaginando assim que será uma boa série, agradando assim os fãs novos, e também adorei os toques de nostalgia, agradando sem dúvida nenhuma os velhos admiradores da série.

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Que venha o ep. 2!!!

Grande abraço, até mais pessoal!!

MAIS ESTRANHO QUE A FICÇÃO

fevereiro 22, 2008 às 11:58 am | Publicado em Filmes | 3 Comentários
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Davi Cruz – Nota 9,5

Uma boa surpresa. Não tenho como descrever esse filme de outra forma que não seja essa. Em vários momentos, tive a oportunidade de assistir a MAIS ESTRANHO QUE A FICÇÃO e acabei abdicando dele para tentar a sorte com bombas como O GRITO 2 e NATAL NEGRO.

Tenho que confessar que o título e a presença de Will Farrell, encabeçando o elenco, acabaram me afastando do filme, por imaginar que se tratava de uma comédia boba.

Nesta semana, unicamente por falta de opções melhores, acabei assistindo ao filme, que para minha surpresa, é ótimo. De cara, ele me lembrou O SHOW DE TRUMAN, já que ambos são filmes estrelados por comediantes e que, a partir de uma premissa absurda, conseguem contar histórias interessantes, com grande sensibilidade.

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Neste caso, a premissa é ainda mais absurda que o SHOW DE TRUMAN, mostrando um homem triste e solitário que, em determinado momento, passa a ouvir uma voz feminina, que parece narrar todas as suas ações e pensamentos.

Will Farrell interpreta esse homem, chamado Harold Crick. Ele é um auditor da Receita Federal cuja vida não tem praticamente nenhuma emoção ou sentido. Abandona pela noiva, ele se entrega à rotina absoluta, como forma de continuar levando a vida. Assim, todos os dias, ele escova os dentes no mesmo horário e da mesma forma, dorme exatamente no mesmo horário e vai para o trabalho sempre pelo mesmo caminho e, é claro, no mesmo horário. Além disso, ele é apaixonado pelos números (acho que a expressão mais correta seria “escravo dos números”) já que, além desta rotina com os horários, ele ainda conta o número de vezes que escova os dentes, o número de passos que dá de casa até o trabalho, etc.

O diretor Marc Foster (o mesmo do ótimo e pesado A ÚLTIMA CEIA), utiliza um recurso bem interessante para ilustrar essa obsessão de Harold pelos números: vários gráficos acompanham o personagem, ilustrando seus processos mentais. Aliás, o diretor faz um ótimo trabalho, transmitindo bem a amargura e a solidão do personagem e fugindo das piadas óbvias. Um exemplo disso (citado também pelo site CINEMA EM CENA) é o momento em que o personagem discute com uma recepcionista, que não acredita em sua absurda história. A cena é cortada e é mostrada a porta do prédio. Imediatamente, esperamos o momento em que Harold seja jogado dali pelos seguranças (cena essa que, é claro, nos faria sorrir, mesmo que um sorriso meio amarelo). Ao invés disso, o personagem sai pela porta, calmamente e chateado por não ter conseguido falar com a pessoa que procurava. Foi engraçado? Não. Mas foi inteligente por quebrar totalmente nossas expectativas.

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Voltando à história, a partir do momento em que começa a escutar a tal voz misteriosa, Harold começa a mudar sua forma de viver e de ver o mundo. E confesso que nunca esperava encontrar uma mensagem bonita e positiva em um filme como esse. E o filme consegue fazer isso sem parecer piegas. Eu mesmo, que normalmente apago 99% das mensagens em POWER POINT que recebo, por considerá-las bobas e repetitivas, consegui me emocionar com a mensagem do filme.

Além disso, desde o momento em que descobrimos que a morte do personagem está próxima, o filme começa a ser tornar cada vez mais tenso – algo semelhante ao que experimentamos ao assistir ao primeiro PREMONIÇÃO. Ou seja, sabemos que o personagem pode morrer, mas não temos idéia de quando e nem como isso acontecerá.

Por isso, apesar do ritmo bastante lento (que não me incomodou) recomendo ele para quem estiver interessado em um bom filme, com um roteiro muito inteligente e uma mensagem legal.

FNL [2X12] What You Think You Are? e [2×13] Humble Pie

fevereiro 20, 2008 às 5:27 pm | Publicado em 1 | 1 Comentário

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Davi Cruz – Nota 7,5 

Seguindo minha maratona para atualizar FNL, chego aos episódios 12 e 13. Episódios bastante movimentados, mas totalmente previsíveis. Realmente achei estranho, pois FNL sempre conseguiu fugir do óbvio.

Obviedade que, aliás, já começa com a relação entre Matt e Carlotta – criada apenas para separar, temporariamente, ele de Julie, criando com isso uma expectativa. Então, nada mais óbvio do que Carlotta ir embora, para ajudar a família que “estava precisando dela”.

Para piorar, a garota precisa antecipar sua viagem, saindo sem se despedir de Matt – deixando apenas uma carta.

Também totalmente previsíveis as seqüências mostrando Santiago reencontrando seus antigos amigos-barra-pesada. Buddy tenta ser compreensivo e os convida para visitar Santiago. Eles aparecem e fazer uma festa, que deixa vários móveis destruídos e um relógio desaparecido.

Mostrando que está decidido a mudar, Santiago vai atrás de um dos amigos (o mesmo ator que fazia o Weevil, em VERONICA MARS, num papel idêntico) e, após lutar com ele, consegue reaver o relógio.

Temos também a continuação do drama de Tamy, que não tem coragem de deixar Gracie na creche. Ela chega a pensar em desistir de trabalhar, mas Eric a impede de fazer isso. Depois de uma boa conversa, Tamy cria coragem e consegue levar a filha até a creche.

A seqüência é bem desenvolvida e é tem bons momentos, como a conversa entre o treinador Mac e Eric (mostrando o machismo do local) e as conversas entre o casal Taylor. Porém, acredito que o assunto, mesmo que pertinente, seja um pouco aborrecido para um série juvenil (infelizmente, é isso que FNL é).

Enquanto isso, Lyla é mostrada participando de um programa cristão de rádio. Devo confessar que os roteiristas me irritaram profundamente, tamanha é a obviedade das cenas clichê que ocorrem:

– Tim passa um trote para a rádio e irrita Lyla;

– Após isso, ele descobre que está apaixonado por ela;

– Lyla se envolve com o colega da rádio (assim como ela sempre se envolve com qualquer um que se aproxime dela).

– Tim leva flores para ela na rádio, mas chegando lá, presencia o PRIMEIRO beijo de Lyla no colega.

Preciso dizer mais alguma coisa? Acho que apenas cabe registrar a crueldade dos produtores com o personagem Tim Riggins. O cara não acerta UMA! É expulso da casa do treinador, Lyla e Tyra o desprezam, não tem emprego, nem dinheiro e nem família (além de um irmão bundão).

Neste episódio, Tim é ameaçado pelo traficante Guy, que lhe dá ainda uma surra. Ele só não é morto porque consegue o dinheiro com Lyla (aliás, outro absurdo). Ela dá o dinheiro para que ele nunca mais a procure.

Temos a volta de Jason Street. Ele é convidado por Buddy para trabalhar como vendedor de carros. Como em qualquer novo emprego, Jason é hostilizado pelos colegas e sente dificuldades em vender carros. Em mais uma seqüência clichê, ele é motivado por Buddy e consegue vender um carro para o cliente mais difícil da cidade.

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Após ter resolvido seu problema com a creche, Tamy tem um novo desafio: treinar o time de vôlei feminino – que é péssimo. Porém ela percebe que Tyra é bem alta e a convence a participar do time. Já estou cansado de escrever “obvio” e “clichê”, mas infelizmente este é mais um exemplo: Tyra mostra-se uma ótima jogadora e o time consegue vencer sua primeira partida no ano.

Tyra, além de descobrir seu talento esportivo, precisa lidar com uma concorrente: uma nerd chamada Jean, que é praticamente a alma gêmea de Landry. Nem vou perder tempo escrevendo muito sobre essa situação, pois achei ela bobinha.

Finalizando, temos a volta do tema racismo, sempre importante e bem apresentado pela série. Como sempre, o centro de tudo é Smash, que vê seu namoro com Noelle ser proibido pelos pais delas – justamente porque ela é branca e ele negro.

Eles resolvem se encontrar escondidos, mas num desses encontros, ele se envolve em uma briga com um garoto branco, após ouvir piadas racistas dele.

Infelizmente, Smash parece não ter aprendido com os acontecimentos recentes da série e, após ser preso, ainda dá declarações estúpidas a um repórter da TV local.

Toda essa situação acaba fazendo com que ele seja suspenso do campeonato. Como sua pena é de 3 jogos, ele fica assim de fora dos playoffs.

Apesar da previsibilidade desta parte do roteiro, acho que é um assunto que sempre merece ser discutido.

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