JURASSIC PARK I, II e III

julho 31, 2008 às 10:16 am | Publicado em Filmes | 2 Comentários

Conversando recentemente com o Davi ele me fez a seguinte pergunta? “Porque tu nunca mais postou nada no blog?” Respondi que nunca mais havia assistido nenhum filme novo porque estava revendo clássicos. Ele então sugeriu que eu comentasse esses filmes e é o que vou fazer, a partir de hoje, iniciando com a trilogia (por enquanto) JURASSIC PARK:

O primeiro, realizado em 1993 (parece até que foi ontem, mas já são 15 anos) é, sem dúvida, o melhor – tanto pela revolução em matéria de efeitos quanto pela idéia de filme de dinossauros.

Estávamos acostumados a ver os bichos, em outros filmes, com uma certa “dureza” nos movimentos e, assim que o filme foi lançado, nos surpreendemos com a qualidade dos efeitos. 

O mais interessante é que, ainda hoje, eles ainda parecem bem feitos. É claro que uma comparação direta com o que é feito hoje em dia se tornaria injusta, pois o indústria evoluiu muito rápido.

Já o segundo, apesar de ser um bom filme, não tem o mesma pegada, sendo considerado por mim o mais fraco de todos. Eles fizeram toda a tensão e o medo dos Dinossauros do 1º filme desaparecer  neste, parecendo para nós que caçá-los e prendê-los era uma coisa muito fácil de se fazer. Mas, volto a dizer, trata-se de um bom filme.

Daí vamos para a parte três, feita em 2001, já com um acréscimo considerável nos efeitos, mas também com uma história mais legal que o 2º. Somos levados de volta a ilha Sorna, para acompanhar o resgate de um garoto desaparecido, que se mostrou bastante engenhoso para sobreviver durante as semanas que ficou sozinho. Também gostei muito da aparição do Spinossauro, outro carnívoro gigante que faz frente com o temível T-Rex.

Enfim, de maneira geral, considero o primeiro filme espetacular, sendo que os outros dois são exemplos bem divertidos. Já estamos no aguardo da 4ª parte.

Até mais pessoal, grande abraço!!!

Comentário Davi Cruz

Ótima inciativa Alex! Não sei nem explicar o motivo, mas o fato é que sempre fui maluco por JURASSIC PARK. Infelizmente, só cheguei a assistir a 3ª parte no cinema.

Além dos filmes (mesmo com todos os defeitos, ainda daria nota 10 para a trilogia), gostaria de incluir aí os games lançados a partir desse filme. Joguei vários, em todos os tipos de consoles, mas gostaria de destacar um, supostamente apenas “inspirado” na série, chamado DINO CRISIS. Era uma versão de RESIDENT EVIL, só que com dinossauros, para PLAYSTATION 1. Muito bom!

E, para encerrar, as últimas notícias sobre JURASSIK PARK 4 dão conta que estréia está prevista para dezembro de 2009. Porém, as filmagens ainda não foram iniciadas.

MEME

julho 27, 2008 às 12:28 pm | Publicado em Filmes | 3 Comentários

MEMEs são correntes entre blogs amigos. Fui convidado a participar desse pela Simone do blog SÓ SERIADOS DE TV . Vamos lá então:

Quatro empregos que eu já tive:

01. Auxiliar de Laboratório
02. Analista – Controle de Qualidade
03. Encarregado de Produção
04. Gerente de Filial

Quatro filmes que eu assisto sempre que passam:

01. De Volta Para o Futuro
02. Star Wars
03. American Pie
04. Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado

Quatro lugares que eu já morei:

01. Capela de Santana – RS
02. Juazeiro – BA
03. Petrolina – PE  (Centro)
04. Petrolina – PE  (Bairro Caminho do Sol)

Quatro programas de tv que eu gosto:

01. Esporte Espetacular
02. Fantástico
03. Pantanal (podem rir, não tenho vergonha… rssss)
04. Globo Repórter

(Infelizmente, tive que optar entre a TV por Assinatura ou a Banda Larga, que aqui é muito cara)

Quatro pessoas que me mandam e-mail regularmente:

01. Esposa
02. Duda (tio)
03. Fernando (amigo)
04. Chefe (diariamente)

Quatro coisas que você faz todo dia sem falta:

01. Leio Jornal ZH
02. Assisto, pelo menos, um filme ou seriado 
03. Faço caminhada (OK, quase todo dia)
04. Acesso internet (compulsivamente)

Quatro comidas favoritas:

01. Pizza (se possível, da Romeo & Julieta)
02. Sushi e variantes (China em Casa, não temos muita opção aqui)
03. Churrasco (sou gaúcho, né)
04. Sanduíches (de qualquer tipo)

Quatro lugares onde eu gostaria de estar:

01. Gramado (morar lá)
02. Lisboa
03. Nova Iorque
04. qualquer cidade do Canadá onde estivessem gravando seriados americanos

Quatro pessoas que eu desafio a postar isso:

01. Jordana França
02. Leco
03. Rodrigo Fernandes
04. Lucas

A MORTE CONVIDA PARA DANÇAR (Prom Night/2008)

julho 26, 2008 às 10:29 pm | Publicado em Filmes | 4 Comentários

Não me recordo do filme original, de 1980, estrelado por Jamie Lee Curtis e Leslie Nielsen. Por isso, não tenho nem como tentar comparar os dois filmes e dizer qual seria o melhor (ou o “menos ruim”).

Esse novo PROM NIGHT possui uma história bastante simples e sem reviravoltas. Tudo é muito direto: um professor se apaixona pela sua aluna Donna (Brittany Snow de HAIRSPRAY) e, ao ser rejeitado, fica maluco e mata os pais dela – sendo preso em seguida e mandado para um hospício. A garota assiste a tudo, mas ao contrário de outros filmes, não fica “traumatizada”.

Tanto que, passados três anos, já a encontramos levando uma vida normal (com exceção de alguns pesadelos) e sonhando em ir para a faculdade. Ela tem um namorado boa praça (interpretado por Scott Porter, o Jason Street de FRIDAY NIGHT LIGHTS) e vive com os tios, que a amam como a uma filha.

Então, na noite do seu Baile de Formatura, ela, o namorado e alguns amigos (entre eles a bela Dana Davis das séries THE NINE e HEROES) partem para a festa, realizada em um luxuoso hotel da cidade, sem desconfiar que o professor assassino havia escapado do hospício três dias antes.

Nessa mesma noite, o Detetive Winn (Idris Elba deTHE REAPING e EXTERMÍNIO 2), que havia prendido o professor na noite do crime, é informado sobre fuga dele. Ele imediatamente reune sua equipe e parte para o Baile, pois desconfia que é para lá que o maluco vai.  A partir daí, como já é esperado, temos algumas mortes e um desfecho sem criatividade.

O filme teve um ótimo resultado nos cinemas americanos, tratando-se de um remake com poucos atrativos. Talvez a razão disso tenha sido a história bastante simples, a presença de alguns atores razoavelmente conhecidos e, principalmente, a baixa classificação etária (13 anos), resultado de pouca violência e de nenhuma cena de nudez.

E, para mim, esse o principal defeito do filme. Ele não assusta, não tem sexo e nem violência. Aliás, nem como “comédia escolar” (AMERICAN PIE, etc) ele empolga, pois lhe falta a malícia característica desses filmes. Porém, como rendeu um bom dinheiro, já começo prever que esse sera o novo modelo de filme de serial killer: praticamente um capítulo da MALHAÇÃO com um louco a solta.

Para encerrar, não posso deixar de comentar que, assim como a maioria dos filmes do gênero, PROM NIGHT mais irrita do que assusta, pois o roteiro não têm vergonha nenhuma de pôr os personagens sempre sozinhos e em locais escuros, praticamente implorando para morrer.

Vejam esses dois exemplos:

EXEMPLO 1:

– Os policiais chegam ao prédio e, percebendo que o criminoso já está lá, acionam o alarme de incêndio e tentam evacuar a área o mais rápido possível (até que uma boa idéia).

– A “mocinha” Donna, ao invés de seguir com os seus amigos para fora do prédio, simplesmente PEGA O ELEVADOR e vai até o seu quarto BUSCAR O LENÇO DA SUA FALECIDA MÃE!!! Ora, a porra do alarme de incêndio estava tocando, o que essa anta tinha que ir fazer lá?!?!?!

SITUAÇÃO 2:

– A amiga de Donna cruza pelo professor no corredor, mas não o reconhece na hora. Depois, já com o namorado no quarto, ela lembra quem era aquele “rosto tão familiar”.

– Ao invés de, imediatamente ligar para a amiga e a avisar do perigo, ela resolve ir SOZINHA, pegar um elevador e procurar a amiga para, então, avisá-la. Para pior, ela fica assustada com a presença do assassino e acaba descendo pela escada, entrando POR ENGANO em um andar que estava sendo reformado – e portanto, estava abandonado e escuro, propício para mais uma morte.

Apesar de tudo isso e, como sou fã incondicional do gênero, achei PROM NIGHT suportável, pela trilha sonora bacana, o elenco razoável e a produção caprichadinha. E, entre assistir o CALDEIRÃO DO HULK, hoje a tarde, e ver PROM NIGHT, optei pelo filme. E, creio eu, sai lucrando (mas não muito…rssss).

DIÁRIO DOS MORTOS (Diary Of The Dead/2007)

julho 21, 2008 às 9:17 pm | Publicado em Filmes | Deixe um comentário

Davi Cruz – Nota 6,0

Realizado nos mesmos moldes dos ótimos REC e CLOVERFIELD, esse novo projeto do mestre-zumbi George Romero mostra um grupo de estudantes de cinema que, durante a realização de um filme para a faculdade, são interrompidos pela notícia de que “os mortos estão se levantando”.

A partir daí, o garoto que operava a câmera não desliga mais o equipamento e passamos a acompanhar o desenrolar da trama por este ponto de vista.

Sem saber o que fazer ou para onde ir, os jovens entram no trailer de uma colega e caem na estrada. No caminho, encontram zumbis na estrada, entram em um hospital abandonado, passam pela fazendo de um religioso mudo, encontram um soldados assaltantes e um grupo de fugitivos armados e chegam a mansão de um colega deles.

Essa é, de forma resumida, a trama de DIARIO DOS MORTOS, filme bacana que custou apenas R$ 2 milhões de dólares.

Aqui, sem grandes pretensões comerciais, Romero pode fazer tudo da sua maneira e aproveita para criticar a nossa sociedade atual (o principal alvo), a mídia e até os filmes de zumbis concorrentes! Isso mesmo, ele dá uma alfinetada naqueles que colocam zumbis correndo em seus filmes, ao inserir um diálogo onde um personagem diz que se a criatura corresse daquele jeito, iria quebrar o tornozelo…

Gostei da narração em off presente no filme, bem como o constante uso de elementos tecnológicos. Sei que vai chegar um momento em que isso vai saturar, mas, pelo menos para mim, isso ainda não aconteceu.

O filme peca, porém, por ter poucas seqüências realmente assustadoras. Temos algumas mortes de zumbis mais criativas (eles são atingidos por ácido, exclusivos, flechas e, acreditem, até uma espada medieval) e as seqüências no hospital, que apavoram um pouco. Porém, quando mais o filme avança, mais começa a ser parecer com uma paródia. A cena em que a loirinha de vestido é perseguida por um zumbi no meio da floresta é ridícula…

Talvez achei que em CLOVERFIELD a presença constante da câmera ligada é bem menos “forçado” que aqui – onde chegam ao absurdo de manter duas câmeras ligadas ao mesmo tempo…

DIARIO DOS MORTOS, por isso mesmo, acaba sendo um filme indicado apenas para fãs do gênero.  Assusta pouco, mas pode ser uma boa diversão para ser visto com os amigos.

QUEBRANDO A BANCA (21 / 2008)

julho 20, 2008 às 8:31 pm | Publicado em Filmes | 3 Comentários

Davi Cruz – Nota 7,5

QUEBRANDO A BANCA é um filme bacana e fácil de se ver. Apesar de tratar de um tema que, supostamente, deveria ser complicado (matemática) ele acaba não exigindo, em nenhum momento, o uso de mais do que meia dúzia de neurônios.

Porém, isso acaba não se traduzindo em vantagem nenhuma para o filme. Além disso, sei que, nem sempre, um bom elenco e uma idéia promissora são garantia de um bom filme. Porem aqui eu realmente esperava por algo melhor.

QUEBRANDO A BANCA conta a história de um grupo de estudantes do MIT que, liderados pelo professor Micky Rosa (Kevin Spacey), conseguem arrecadar grandes somas de dinheiro em Las Vegas, jogando blackjack e vencendo através de um complexo sistema de contagem de cartas.

Um dos problemas iniciais do filme é justamente a desculpa criada pelos roteiristas para que o herói (e gênio) Ben se envolvesse com esse pessoal: ele precisava da grana para conseguir realizar seu sonho e ingressar no curso de medicina de Harvard .

1 – O cara já estava prestes a se formar no MIT, com as melhores notas da faculdade. Ele não poderia arrumar um emprego antes?

2 – Desde quando alguém com 21 anos precisa de desculpas esfarrapadas para querer ficar rico?

Outros pontos da história são legais, apesar de clichês: os amigos nerds  que ele abandona e depois se arrepende, seu interesse na garota mais bonita da escola, etc.

Também gostei das seqüências de jogo em Las Vegas, divertidas e tensas. A forma como o raciocínio de Ben é ilustrado também me agradou.

Até aí tudo bem. Apesar da desculpinha do Ben, eu estava gostando bastante do filme. Não era nada de excepcional, mas era um filme bom. O que realmente me decepcionou foi a parte final:

1 – Ben precisava agir como uma criança mimada? Não havia nenhum motivo para aquilo. O outro menino, Jimmy, estava com ciúmes de Ben e ainda por cima bebia demais – por isso, suas besteiras até eram aceitáveis. Porém, a atitude de Ben me soou forçada demais.

2 – Sem querer entregar muito o final do filme: totalmente ridícula a atitude do professor Rosa. Primeiro, sem saber lidar com o seu aluno prodígio (e fonte garantida de renda) e, depois, voltando a confiar nele daquela forma… Putz…

Enfim, são falhas de roteiro importantes demais para passarem despercebidas e acabam comprometendo muito um filme que tinha tudo para ser um dos melhores do ano. Realmente é uma pena.

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