Trilha Sonora da Minha Vida

setembro 29, 2008 às 9:27 pm | Publicado em Filmes | 7 Comentários
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Fui desafiado pelo Maurício do EU SÉRIES a criar um post, listando uma “Trilha Sonora da Minha Vida” com músicas específicas para cada um desses momentos: Créditos Inicias, Acordando, Primeiro dia de aula, Se apaixonando, Música da briga, Terminando tudo, Aproveitando a vida, Formatura, Caindo aos pedaços, Dirigindo, Flashback, Reatando o namoro, Casamento, Às vésperas da guerra, Batalha final, Momento de triunfo, Cena da morte, Créditos finais.

Trilha sonora da minha vida? Inicialmente, achei que seria uma tarefa bem complicada, pois nem todas as músicas que já gostei são dignas de orgulho…

De qualquer forma, aceitei o desafio e estou postando minha trilha sonora. Provavelmente, algumas músicas importantes ficarão de fora, mas a culpa é da minha memória, que não anda muito boa…rsss

TRILHA SONORA DA MINHA VIDA

Créditos Iniciais: USED TO LOVE HER – Guns N’ Roses

Acordando:  WHERE THE STREETS HAVE NO NAME – U2

Primeiro Dia de Aula: BASKET CASE – Green Day

Se Apaixonando: CAN’T STOP LOVING YOU – Van Halen

Música de Briga: SMELLS LIKE TEEN SPIRIT – Nirvana

Terminando Tudo: ME ODEIE – Reação em Cadeia

Aproveitando a Vida: NA MORAL – Jota Quest

Formatura: WITH ARMS WIDE OPEN – Creed

Caindo aos Pedaços: PIANO SONG – Erasure

Dirigindo: THE KIDS AREN´T ALRIGHT – The Offspring

Flashback: TEMPO PERDIDO – Legião Urbana

Reatando o Namoro: DON´T STOP DANCING – Creed

Casamento:  ONE – U2

À Véspera de Guerra:  SUNDAY BLOODY SUNDAY – U2

Batalha Final: THE FINAL COUNTDOWN – Europe

Momento de Triunfo: IMPERIAL MARCH – Star Wars

Cena da Morte: LOOSING MY RELIGION – R.E.M.

Créditos Finais: DIAS MELHORES – Jota Quest

Dando segmento ao desafio, eu indico alguns blogs amigos para para continuarem essa corrente. Meus indicados são: Simone do SÓ SERIADOS DE TV, Francine do FRANCINE VS. FRANCINE, Holly do DEFENDA A ILHA e o Leco do TEORIAS LOST. Eu tinha mais alguns para indicar, mas vi que já foram indicados por outros blogs.

Aproveito para agradecer ao Maurício pela indicação. Valeu meu amigo!

FRINGE [1X03] – The Ghost Network

setembro 28, 2008 às 1:59 pm | Publicado em FRINGE | 10 Comentários
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Após dois primeiros episódios, que apenas me demonstraram o “potencial” da série, FRINGE parece realmente ter “pego no tranco” e começado a mostrar para que veio ao mundo.  Sem a preocupação inicial de nos apresentar o contexto da série e seus personagens, este terceiro episódio vai direto ao que interessa: um caso bizarro para ser investigado pelo trio Olivia, Walter e Peter.

Bizarro, aliás, é pouco para descrever o ocorrido: um ônibus é encontrado completamente preenchido por uma estranha substância, com todos os passageiros mortos e presos dentro.

Inciadas as investigações, Walter logo descobre que a tal substância contêm elementos fabricados apenas pela (quem mais poderia ser?) Massive Dynamics. Também é descoberto um estranho rapaz faz desenhos de acidentes que ainda não ocorreram – dentre eles, o do ônibus investigado – praticamente o mesmo “poder” de Isaac Mendez de HEROES.

Ao contrário do que poderia parecer inicialmente, tais previsões não são frutos de algum dom divino ou algo sobrenatural. Pelo contrário, são apenas efeitos colaterais de experimentos realizados pela equipe do própria Walter, anos atrás, quando buscavam desenvolver formas mais eficientes e seguras de comunicação. Ou seja, o rapaz havia se transformado em uma espécie de “receptor” que captava determinadas (e inovadoras) transmissões – no caso, realizadas por um grupo terrorista.

A história, apesar de parecer absurda em um primeiro momento, é construida de forma  eficiente e, principalmente, convincente. Walter monstra-se um personagem cada vez mais intrigante, enquanto Peter e Olivia já parecem estar mais a vontade em suas funções.

Falando em Peter, mais uma vez temos indícios do passado obscuro desse personagem, envolvido em com gente muito perigosa. Prova disso é a cena que mostra ele sendo vigiado e fotografado por um desconhecido. Tal cena também confirma que Walter, muitas vezes, “se faz de doido” pois, apesar de parecer desligado naquele momento, ele estava atento a tudo que ocorria com o seu filho.

Por outro lado, gostaria de destacar, a sequência envolvendo o piano, pois que mostrou um  lado mais sensível dos personagens. Além de Peter, que estava tocando, todos se aproximaram e pareceram emocionados com a música.

Estou gostando muito dos personagens secundários, principalmente os agentes Charlie Francis (Kirk Acevedo) e Astrid Farnsworth (Jasika Nicole) que formam um interessante paralelo: enquanto o primeiro é o amigo de Olivia na polícia “normal”, a segunda é sua companheira nas investigações “fringe”, onde participa como ajudante dos estranhos experimentos de Walter.

Isso sem contar o ótimo Lance Reddick (o Matthew Abaddon de LOST) no papel dos misterioso Phillip Broyles (papel que me lembra, obviamente, o Skinner de ARQUIVO X, já além de chefe preocupado, ele tem fortes contatos nos “dois lados” da conspiração)

Para encerrar, volto ao início do episódio, onde vemos Olívia participando do enterro do agente Scott, seu ex-amante. Além de mostrar todo o turbilhão de sentimentos por que passa a personagem, já que ela não sabe bem até que ponto foi “usada” por Scott, ainda preparar o terreno para o surpreendente final do episódio:  o corpo de Scott não havia sido enterrado e é mostrado num dos laboratórios da Massive Dynamics, onde encontra-se conectado a um equipamento experimental que está faz um “download” do seu cérebro.

Com este terceiro episódio FRINGE, para mim, já ultrapassa HEROES, mostrando-se realmente um série que, além de uma premissa interessante, consegue nos brindar com ótimos roteiros. É uma cópia de ARQUIVO-X, sim, porém feita com grande competência, enquanto HEROES, que tenta emular X-MEN e THE 4400, mostra-se cada vez mais comprometida pelos fracos roteiros.

DEXTER [3X01] – Our Father

setembro 26, 2008 às 9:36 am | Publicado em DEXTER | 2 Comentários

Dexter faz sua volta ao mundo das séries com força total. Depois do final até certo ponto decepcionante da 2ª temporada, começamos esta nova etapa com todo o gás.

Relembrando  o passado:

– Sargento Doakes descobre que Dexter é o Açougueiro de Bay Harbor seguindo-o até seu esconderijo no pântano, onde é aprisionado.

– Lila, que é tão louca ou mais que Dexter, também consegue chegar ao esconderijo e mata Doakes para livrar Dexter.

– Doakes acaba levando toda culpa, levando a polícia a acreditar que ele era o verdadeiro assassino.

– Lila tenta matar os filhos de Rita juntamente com Dexter, os prendendo e colocando fogo no próprio apartamento.

– Depois que tudo termina bem (para Dexter e para as crianças) Dexter encontra Lila em Paris e se livra de uma vez por todas da nossa querida psicopata.

Voltamos pro o presente: tudo vai bem na vida de Dexter. Depois do sufoco por que passou, quase sendo descoberto, ele não poderia estar vivendo em um momento melhor: Rita o ama, as crianças o adoram, e ele não tem mais o Sargento Doakes para lhe pegar no pé.

Mas o instinto assassino fala mais alto, e Dexter lentamente começa uma nova coleção de vítimas, até que depara com Frebbo, um traficante da região que conseguiu certa vez escapar da cadeia por detalhes técnicos, mesmo sendo comprovado que assassinou duas meninas.

Os planos correm as mil maravilhas e no dia em que Dexter vai ” pegar” a sua vítima, Frebbo esta brigando com um desconhecido e Dexter, envolvendo-se na briga, acaba matando o estranho. Qual sua surpresa, no outro dia, descobre que sua vítima é Oscar Prado, um respeitado líder comunitário e para piorar, irmão de um dos piores promotores de Miami, Miguel Prado. Dexter vê seu mundo desmoronar, porque pela primeira vez na vida ele mata alguém inocente e sem um detalhado planejamento antes.

Acredito que este primeiro capítulo deu o tom que como vai ser esta temporada: bastante ação, bastante suspense, e o nosso assassino escapando por um triz em diversas situações. Os fãs mereciam mesmo um desenvolvimento um pouco melhor, principalmente depois da péssima impressão deixada na temporada anterior.

Aguardando o 2º episódio, com altas expectativas. Até mais, grande abraço!

HEROES [3X01] The Second Coming & [3×02] The Butterfly Effect

setembro 24, 2008 às 10:35 pm | Publicado em Heroes | 1 Comentário

Não consigo encontrar motivos para tanto oba-oba em relação a volta de HEROES. Achei os dois episódios estremamente esquisitos, parecendo aqueles da safra pós-greve dos roteiristas, que foram gravados e montados meio que “nas coxas”. Informações demais, trama mal desenvolvida e episódios pessimamente dirigidos.

Talvez o exemplo mais óbvio disso sejam duas cenas,  que deveriam ser das mais importantes, que vieram ao ar totalmentente confusas e sem clima de tensão nenhum: o ataque de Sylar à Claire e a fuga os “Bad Heroes” da prisão.

A primeira, com Sylar, chegou a me deixar constrangido, devido àquela sombra  circulando pela tela, enquanto a “pobre garotinha”‘ brandia uma faca (no melhor estilo PSICOSE)… A sequência valeu apenas pela “autópsia” realizada por Sylar em Claire, muito bacana e com tiradas ótimas do vilão.

Já a cena da fuga da prisão, parecia uma montagem, tipo “Previously in Heroes”: acelerada e meio sem sentido. Tive a impressão de que cortaram partes importantes, no momento da edição.

A história, como um todo, voltou bastante chata. Hiro e Ando, por exemplo, continuam engraçadinhos, mas envolvidos em temas bobos. O que foi aquela sequência da abertura do cofre, com direito a “pegadinha” do seu pai? E depois, a forma estúpida como Hiro deixa a metade da fórmula ser roubada…

Parkman, que sempre foi um dos meus personagens preferidos, encontra-se envolvido em uma ridícula viagem pelo deserto (ou seria pela sua própria mente?). A forma como ele foi parar lá (seguinde o Future-Peter, que o manda para lá) e toda a sequencia que mostra Natan Petreli sendo atingido, também ocorrem de forma apressada demais .

Falando em Future-Peter e Natan, que bobagem é essa de transformar Natan em um fervoroso religioso? Que, ainda por cima, mantém contato com o falecido Linderman! Enquanto isso, Peter (do presente) é trancafiado dentro do corpo de um dos “vilões” do título? Bizarro…

Gostei do encontro entre Peter e Claire no futuro, com toda aquela história dela “ser diferente” (repetida depois por Sylar) e com ela tentando mata-lo. Porém, como Peter voltou no tempo e mudou tudo (efeito borboleta), todo aquele enredo promissor e curioso acabou perdendo o valor!!!

Algo interessante foi o sonho de Mama Petreli (o poder dela é só esse?), mostrando Hiro, Claire, Parkman e Peter sendo mortos, diante de Takezo, Niki  (ou seria Tracy?), o pai de Parkman e um negão com cara de mau.  Se bem que, com essa enrolação de viagens no tempo, pode ser que aquilo nem venha a chegar perto de acontecer…

Morinder  agora, além de chato, tem poderes. E ainda por cima, “passa o rodo” na também chata (mas gostosa) Maya. Adorei os efeitos colaterais que apareceram no dia seguinte, que me lembraram o filme A MOSCA.  Aquilo tudo soa como uma confirmação de que os poderes são “dons de Deus” e não podem ser dados a qualquer um.

Gostei muito da volta de Elle (menos na confusa cena da fuga, já citada). Principalmente porque, após ser “demitida” pela nova chefe da compania, Angela Petreli, ela deve envolver-se mais com o mundo exterior (traduzindo: com os outros Heroes).

Fiquei curioso também com a história de Niki: ela assumiu outra identidade ou realmente seria outra pessoa (uma irmã perdida). Penso que poderia ser isso porque seria difícil para ela ter assumido outra vida, em tão pouco tempo. Quem a contratou, provavelmente pesquisaria seu passado, etc. Além disso, ela tem outro poder: ela congela as pessoas, como naquelas famosas cenas com nitrogênio líquido, onde a vítima se “quebra toda”.

Claire, depois do seu encontro com Sylar, deixa de sentir dor. E, numa atitude super-criativa, resolve pular na frente de um trem enquanto é filmada (lembrar dela pulando da ponte na primeira temporada?). Pra que tudo isso? Uma facada não serviria?

Fora isso, o encontro com a sua verdadeira mãe, no final do episódio foi dos mais grotescos. Mamãe Claire precisava acender aquela fogueira na mão, para mostrar a todos QUAL ERA O SEU PODER?

Já que estou falando em PODER, acho que um dos grandes defeitos (desde sempre) de HEROES é justamente a falta de talento, por parte dos roteiristas, para lidar com os diferentes poderes dos personagens. Tanto que, começando nova temporada, já temos vários personagens deixados de lado, pois os roteiristas simplesmente NÃO SABEM COMO LIDAR COM ELES. Se, em outras temporadas, deixaram Sylar sem poderes e Peter sem memória, agora afastam Parkman, deixam Natan maluco, prendem Sylar novamente, etc…

Segundo declarações (SPOILERS) espalhados pela blogosfera, teremos uma “inversão” de papéis nessa temporada, com “mocinhos” agindo como “vilões” e vice-versa, além de uma inusitada parceria entre Sylar e Peter.

Para encerrar, fiquei com um pouco de expectativa em relação aos Bad-Heroes fujões. Os caras realmente parecem maus (de forma caricatural até). Vamos ver no que isso vai dar.

Por enquanto, estou bastante decepcionado com HEROES. Os roteiros, que sempre foram o calcanhar de aquiles da série, devendo muito em qualidade e agora são seguidos de perto pela direção confusa. É claro que sempre existem os fãs que adoram qualquer merda que é posta no ar. Mas acho que, quem apenas “gosta” da série deve estar bem descontente.

Sei que a série tem potencial, principalmente pelos ótimos personagens que compõe a trama. Nem tudo está perdido, pois tivemos alguns bons ganchos para os próximos episódios como, por exemplo, a declaração de Ângela Petreli, revelando ser mãe a de Sylar… O negócio é aguardar para ver.

FRINGE [1×02] – The Same Old Story

setembro 23, 2008 às 8:47 pm | Publicado em FRINGE | 1 Comentário
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Assisti ao primeiro episódio de FRINGE logo que este “vazou” na internet. Como sabia que haveria um bom espaço de tempo, antes da chegada do segundo, acabei nem comentando sobre a série no blog. Faço isso agora, após ver THE SAME OLD STORY.

O episódio piloto havia sido bem interessante, porém tenho que confessar que ele não conseguiu me “fisgar” naquele momento. Achei o ritmo um pouco monótono e, principalmente, não me interessei pelos personagens.

Já neste segundo episódio, as coisas já começaram a se encaixar melhor. O cientista-maluco-mor, Walter (John Noble) é uma figuraça: genialidade comparável a de Albert Einsteins (comparação citada no episódio), ele tem momentos de “desligamento” total, principalmente após passar 17 anos preso em um hospício. Além disso, aparenta guardar segredos tão terríveis, que poderiam fazer deve um vilão no futuro.

Já seu filho Peter (Joshua Jackson) ainda não se achou na história. Alterando momentos  de cinismo e egoísmo com momentos totalmente “bom moço”, ele  ainda precisa ser moldado como personagem.

Sua parceira Olivia Dunhan (Anna Torv) porém, é quem mais me preocupa na história, pois lhe falta muito carisma, principalmente para ser a protagonista da série. Aliás, é impressão minha ou já estão começando a sugerir um “climinha” entre Olivia e Peter? Aquela cena, com os dois conversando, ele pegando na mão dela…

A história desse episódio foi bem bacana, parecendo para mim, praticamente uma refilmagem daquele episódio de ARQUIVO-X com o Eugene Tooms (o cara que se alimentava de fígados humanos para sobreviver). Aliás, acho que seria muito mais bonito para o sr. J.J. Abrams se FRINGE se chamasse OS NOVOS ARQUIVOS-X

Duas coisas me incomodaram na série:

1)     As investigações estão parecendo fáceis demais. Com isso, perde-se um muito do elemento tensão, pois temos certeza que Walter sempre terá informações importantes (e ex-colegas envolvidos) para resolver o caso.

2)     Precisavam ter inventado uma mega-boga corporação (a Massive Dynamics), que provavelmente será a culpada por trás de todas as conspirações da série? Não era mais fácil culpar o governo? Sei lá, ando assistindo SARAH CONNOR e lá está uma corporação por trás de tudo… Em LOST, idem, temos a DHARMA… HEROES, também… Enfim, sempre tem uma corporação envolvida!!!!! 

Para encerrar, achei válidas as tentativas de se incluir humor na série. Apesar de ainda não terem acertado o ponto, acho que este será um recurso interessante para quebrar a “sobriedade” da série (os caras conseguem reproduzir as imagens gravadas na retina de um cadáver e eu fico aqui falando em “sobriedade”).

E qual será o segredo de Peter? Será ele o resultado de algum experimento de Walter? Isso tem alguma coisa a ver com os números citados pelo cientista, enquanto tentava dormir? Afinal: será que Peter consegue mover a ilha? Ops, acho que misturei as séries… 

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