FRINGE [S01E09] The Dreamscape

dezembro 2, 2008 às 11:30 pm | Publicado em FRINGE | 4 Comentários

fringe_109

Ao me deparar com o ataque de borboletas, logo nos primeiros instantes de FRINGE, imediatamente imaginei Walter dizendo para Olivia: “Lembro de ter trabalhado, uma vez, em um projeto que visava a criação de borboletas assassinas para o governo…”.

Nesse ponto, pelo menos, o episódio conseguiu me surpreender. Em partes, aliás, já que Walter já tinha trabalhado em algo parecido mas, graças a Deus, não envolvia o adestramento de borboletas.

fringe2A teoria “estranha” mostrada no episódio DREAMSCAPE mostra algumas experiências, envolvendo os efeitos físicos do poder de sugestão. Mais ou menos como aquele antigo e-mail, que circulou anos atrás e descrevia um teste onde, supostamente, um condenado à cadeira elétrica era convencido de que todo o seu sangue estava sendo drenado e acabava morrendo – sendo que, na verdade, nenhuma gota de sangue havia sido retirada.

Até por causa desse e-mail, achei a trama mais “digerível” e consegui embarcar mais facilmente na história.

Paralelo a isso, vemos Olivia, que já não aguenta lidar com o fantasma do seu ex-parceiro-e-amante John Scott . Ela resolve, então,  se entregar a mais uma experiência maluca de Walter. No caso, aquela mesma em que ela era dopada e colocada em um tanque de água salgada, com eletrodos ligados à cabeça, visando “penetrar nas lembranças de John”.

Apesar de improvável, essa sequência acaba rendendo ótimos momentos de tensão, em especial aqueles em que Olivia encontra-se frente à frente com John – e sabemo que, mais cedo ou mais tarde, ele acabará olhando para ela. Mesmo sabendo, não consegui evitar o susto…

E não podemos esquecer do momento bizarro que é mostrado aqui: Walter dizendo para Olivia, ao vê-la de trajes de banho, que TEVE UMA EREÇÃO… Impossível não rir…

Enquanto isso, Peter, expondo seu lado mais, digamos, “mocinho com passado obscuro”, recebe a visita de uma ex-namorada (Tessa), que o avisa sobre o perigo que ele corre estando na cidade. Ele descobre que a garota está sendo ameaçada (para entregar seu paradeiro?) e tira a história a limpo. Achei essa parte bobinha demais, já que, se aquelas pessoas realmente eram tão perigosas quanto aparentam, Peter não teria feito nada além de “cutucar a onça com vara curta”. Qual será, realmente, o misterioso passado de Peter? Quem são aquelas pessoas?

observadorFora isso tivemos, pelo menos, uma informação bastante direta sobre a MASSIVE DYNAMICS e os eventos relacionados ao “Padrão”. Não sabemos se realmente trata-se de uma informação confiável, mas o fato é que o personagem George Morales (após comprar uma passagem para São Paulo!) conta a Olívia que tudo não passa de uma grande “cortina de fumaça” que visa, principalmente, disfarçar as verdadeiras intensões da MASSIVE DYNAMICS – segundo o mesmo personagem, essa empresa seria o próprio INFERNO.

Ah, para não deixar passar: o OBSERVADOR bate o record, aparecendo na primeira cena (aos 0:33). 

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4 Comentários »

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  1. Achei que Fringe me prenderia como Lost o fez, mas agora tenho certeza que será, ao menos para mim, uma série “tampa buracos”. Gosto da série é verdade, às vezes fico duas semanas sem assisti-la e não faz falta. Esse episódio me lembrou o Arquivo-X, o episódio Sem Dormir, só que no lugar da Massive entra o Exército.

    Abraço!

  2. Fringe tenta, tenta…mais agrada a pouquissimas pessoas, eu sou uma daquelas que já largou a série de mão faz tempo. Sei lá o enredo e os persoangens de ”borracha” não me simpatizam.

    Abraço.

  3. Sabe que eu também tenho usado a série como tapa buraco. Não fico ansiosa para assitir, mas também não desprezo totalmente…
    Será que ainda pega, DAvi ???
    \Sei não….

    Bjs

  4. É, não consigo imaginar alguém não gostar de Fringe… e ainda dizer que é tapa-buraco? Seria até aceitável vocês falarem de Gleen, Dexter, até mesmo Smallville, mas Fringe vejo muita originalidade, os personagens têm ganhado importância a cada episódio, os atores incorporaram de fato seus papéis, sem contar os signos subliminares, como a borboleta, a folha, o padrão, ZTF, o Observador. Retraram uma ficção muito próxima da realidade. Tudo muito possível de acontecer; imaginável. Muito melhor que Lost, que até os próprios produtores não souberam mais o que iam fazer para encerrar a série e a encerraram porcosamente. Que perda de tempo ter assistido Lost. Confundiam os fatos no tempo de forma muito artificial. Se existiu alguma plastificidade, foi em Lost, não em Fringe. Mas cada um tem uma opinião. Apesar de tudo, respeito a de vocês.


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