LOST [5X03] Jughead

janeiro 29, 2009 às 3:44 pm | Publicado em LOST | 15 Comentários

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Foram tantas as informações dadas por esse episódio (fazendo meu cérebro explodir dezenas de vezes) que já estou considerando JUGHEAD como um dos melhores episódios da série até agora. Mesmo sem ter sido muito “movimentado”, o episódio nos trouxe a certeza de que os produtores têm um grande plano claramente definido para a série.

Novamente, vou me abster de comentar cada detalhe do episódio, já que meus amigos do DUDE! WE ARE LOST e do TEORIAS LOST já o fizeram durante a madrugada.

Assim, vou direto ao que me interessa: teorias (malucas):

WIDMORE X BEN LINUS

snapshot20090129154547Nos anos 50, os “hostis” chegam a ilha, liderados por Richard Alpert. Não acredito que eram nascidos na ilha mas sim que eram  exploradores. Até porque, por estarem vivendo em barracas, mostram não estar ali a muito tempo.

Não estranharia se, além de Widmore (que, estranhamente, usa o nome “Jones” no seu fardamento… seria Charles Jones Widmore?) descobríssemos que os pais de Jack e de Sun fizessem parte da equipe…

Durante testes militares, soldados americanos chegam até a ilha e são mortos pela equipe de Alpert. Junto com os soldados, chega a bomba JUGHEAD, que não explode. Devido ao vazamento, ela acaba sendo enterrada no local onde, posteriormente, seria construída a estação “Cisne”.

Depois da visita de Locke e Faraday, vindos do futuro, Richard fica impressionado e acaba se desviando dos objetivos iniciais da equipe (tanto que ele acompanha o nascimento de Locke e depois ainda realizada aquele teste com ele).

Por isso, o ganancioso Widmore acaba vendendo a localização da ilha para a HANSO FOUNDATION (ou a DHARMA) e ainda dá um jeito de “eliminar” Richard, que é mandado (ou foge) para algum loop temporal. Por isso que vemos que ele aparece jovem no futuro.

Numa dessas idas e vindas de Richard no tempo, ele encontra o jovem Ben Linus e o convence a eliminar todas as pessoas da DHARMA e assumir o controle da ilha para ele novamente.

Com isso, Ben torna-se o “chefe” e consegue fixar Alpert nos dias atuais (com algum tipo de constante?) e ambos mantém Widmore afastado.

Widmore mantém as pesquisas de Faraday como forma de entender a ilha e a localizar novamente. 

Que tal? Alguem concorda?

OUTRAS CONSIDERAÇÕES

DANIEL FARADAY:

– Existem, pelo menos dois Daniel Faraday, provenientes de épocas distintas. Um é o que chegou no barco de Penny e que acompanhamos e o outro é o que parece estar viajando propositalmente (parte das pesquisas de Widmore? vindo do futuro) para corrigir alguns erros ou sabotar os planos da DHARMA. É ele que é visto na construção da Estação Orquídea – e talvez tenha algo a ver com o famoso “incidente”.

 – E quem seria Theresa Spencer, a moça deixada em estado catatônico (provavelmente pela falta de uma constante durante os experimentos com Faraday)?

snapshot20090129154633Ellie 

 Apesar de achar que ela é a mãe de Daniel Faraday, não consigo tirar da cabeça a possibilidade dela ser a Francesa! A roupa e a forma de carregar o rifle lembram sim o estilo de Danielle Rousseau. De repente, ela pode ter sido enviada (acidentalmente ou não) alguns anos para o futuro, juntamente com algumas pessoas da equipe (que teriam sofrido os mesmos efeitos que Charlotte está sofrendo agora).

É claro que isso é uma grande viagem minha e que a garota deve ser a mãe de Faraday. 

Juliet

Apesar de poucos terem comentado, achei interessante o fato de Juliet demonstrar que ainda retém muitas informações não divulgadas. Ela fala latim e sabe mais sobre Richard do que imaginávamos (nunca esquecendo que foi ele, Richard, quem recrutou Juliet para a DHARMA).

Por enquanto era isso… durante a noite, posto mais alguma coisa…

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COISAS QUE PERDEMOS PELO CAMINHO (Things We Lost in the Fire/2007)

janeiro 25, 2009 às 3:28 pm | Publicado em Filmes | 1 Comentário

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Dentre as várias mensagens presentes neste belo e triste filme, a que mais me chamou a atenção foi a mais simples delas: “Veja o lado bom das coisas”, até porque não há o que ser feito com o “lado negativo” a não ser lamentar (o que, convenhamos, não resolve nada).

Assim, um incêndio na garagem do jovem casal, acaba servindo para esvaziar aquele cômodo, proporcionando que ele venha a se tornar um lar provisório (e, conseqüentemente, uma chance de redenção) para Jerry (Benicio Del Toro).

coisas_que_perdemos_pelo_caminho_4Magnificamente interpretado por Benicio, Jerry também tem um lado bom que precisa ser valorizado. Se, por um lado, ele é um viciado em heroína auto-destrutivo, por outro ele é uma pessoa sensível, capaz de afastar-se de todos para não prejudicá-los com os seus próprios problemas. Seu único amigo é Briam (David Duchovny), empresário bem sucedido, casado com a bela Audrey (Halle Bery).

Quando Briam morre, a viúva desolada acaba trazendo Jerry para morar na sua garagem abandonada, talvez como forma de tentar manter viva a lembrança do seu marido, talvez por sentir-se culpada por sempre ter tratado Jerry mal.

 

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Muito mais do que mostrar uma suposta tensão sexual entre os dois (ele à considera linda, ela esta carente) o filme descreve duas pessoas que apenas precisam de apoio para cicatrizarem suas feridas – o que não significa que elas precisam ficar juntas para sempre.

Dirigido pela dinamarquesa Susanne Bier, na sua estréia em Hollywood, COISAS QUE PERDEMOS PELO CAMINHO tem um ritmo lento e uma atmosfera melancólica, construída a partir de flashbacks que se misturam com a história atual dos personagens.

De quebra, ainda trás uma impressionante descrição do poder destrutivo das drogas, em especial o da heroína.

 

O RETORNO DE LOST

janeiro 23, 2009 às 12:50 am | Publicado em Filmes | Deixe um comentário

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Quem acompanha o blog, sabe que estou escrevendo para o site http://www.cinefilia.net.

Portanto, pelo menos desta vez, que estou com pouco tempo, postarei meu comentário sobre LOST apenas lá.

Para acompanhar, basta clicar:

O RETORNO DE LOST :

[05×01] Because  You Left

[05×02] The Lie

O DIA EM QUE A TERRA PAROU (The Day The Earth Stood Still/2008)

janeiro 20, 2009 às 3:36 pm | Publicado em Filmes | 4 Comentários

Ao contrário do que tenho lido em alguns sites, acho que, dentre os inúmeros defeitos de O DIA EM QUE A TERRA PAROU, o protagonista Keanu Reeves talvez seja o menor deles. Inexpressivo e frio, como sempre, Reeves acaba sendo eficiente no papel de Klatu, um extraterrestre com uma terrível missão. A sempre bela Jennifer Connelly, da mesma forma, também não compromete, mesmo sem estar em uma jornada das mais inspiradas.

o_dia_parou_1Os maiores defeitos, para mim, recaem sobre o trabalho do diretor Scott Derrickson (do eficiente EXORCISMO DE EMILY ROSE), que conta a história de forma extremamente arrastada (vi muita gente dormindo no cinema) e sem praticamente nenhum momento de tensão.

Outro ponto negativo é a presença de Jaden Smith, parece ter entrado no projeto através de um “carteiraço”. Seu personagem é irritante e praticamente não acrescenta nada a trama (sua função, que é demonstrar um lado mais emocional da cientista vivida por Connelly poderia ser perfeitamente representada por uma foto de um parente morto, por exemplo). Para piorar, o guri tem cenas e diálogos (bobos) em excesso, ficando, ao final da exibição, a impressão de que desperdiçaram tempo demais com ele e deixaram de lado cenas empolgantes.

o_dia_parou_2Fora Jaden Smith, quem me irritou bastante foi a presença mássica do merchandising na tela. Tá certo que adoro o NEW CIVIC, mas me cansei de closes e mais closes do carro ( principalmente do logotipo da HONDA). Isso sem contar a MICROSOFT e a MACDONALDS, bastante presentes na tela.

Os efeitos especiais, normalmente destaque neste tipo de filme,  não me impressionaram tanto quanto INDEPENDENCE DAY, por exemplo. Já o desenho de produção me agradou bastante, por preservar características do filme original de 1951 (o robô gigante é o exemplo mais claro).

Destaque para a presença de Kyle Chandles (o Coach Taylor de FRIDAY NIGHT LIGHTS), no papel de militar arrogante e covarde.

ATENÇÃO, SPOILERS!!!!!

Para encerrar, achei bastante estúpido o plano dos alienígenas: donos tanto poder e tão “fodões” eles não precisariam ter aquele trabalho todo para destruir nossa civilização. Bastaria para eles uma forma mais seletiva de destruição, que atingisse apenas os humanos e estava feita a festa.

Sem contar que essa história toda acaba tirando toda a tensão do filme, pois logo fica claro que apenas acompanharemos Jennifer Connely tentando convencer Reanu Reeves a não destruir nosso planeta – até o momento em que ele, inevitavelmente, diria “Ok, vocês são bacanas e merecem uma segunda chance”.

Enfim, não recomendo o filme. Ele pode até ter algumas cenas boas, mas vale mais a pena esperar que ele passe na SESSÃO DA TARDE.

Estamos de volta!

janeiro 18, 2009 às 11:11 am | Publicado em EXTRA, Filmes | 2 Comentários

estamos_voltaDepois de um perído de merecidas férias no RS, o blog TÔ ASSISTINDO volta com força total. Durante dezembro e o começo de janeiro, vários filmes foram assistidos e em breve começam a ser comentados aqui.

Além disso, durante esse período, um antigo projeto se concretizou. Agora, faço parte também da equipe de comentaristas do site CINEFILIA , iniciativa do jornalista e amigo Fábio Rockenbach. Aproveito o espaço para agradecer o convite do Fábio e deixar explícito o quanto me sinto orgulhoso em fazer parte desse projeto.

Infelizmente, meu “sócio” Alex, devido a compromissos profissionais, encontra-se temporariamente sem tempo disponível para continuar escrevendo aqui. Mas sei que, assim que as coisas se organizarem (e isso deve ocorrer logo) o Alex voltará a abrilhantar esse blog com seus ótimos textos e participações em futuros podcasts.

Sem mais “delongas”, aproveito para agradecer a todos que tem passado aqui no blog, mesmo sem novos posts e também a todos que enviaram mensagens de Natal e Ano Novo.

Um grande abraço a todos e vamos ao trabalho!

Aproveitem para visitar o site:

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