FRIDAY NIGHT LIGHTS [S03E10] The Giving Tree

dezembro 17, 2008 às 12:12 pm | Publicado em FRIDAY NIGHT LIGHTS | 4 Comentários

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Com a proximidade dos playoffs e, conseqüentemente, do final da 3ª temporada de FNL, temos mais um ótimo episódio, que serve principalmente para nos deixar ansiosos por notícias sobre uma renovação (ou não) da série.

snapshot20081216073509Começamos por Tyra que, depois das últimas cagadas, acaba correndo para os braços de Landry. Aliás, ela nem corre para os braços dele, já que insiste com aquela história de ficar amiguinha, quando, na verdade, só aparece para se aproveitar do pobre nerd roqueiro. Dessa vez, porém, seus colegas de banda lhe dão uns toques e ele finalmente acorda para Jesus, se recusando a fazer papel de idiota mais uma vez. Depois do esporro que leva de Landry, Tyra resolve fazer algo pelo rapaz e consegue uma apresentação para a banda dele, a CRUCIFICTORIOUS, no Bar TC. Detalhe: para convencer o dono a ceder o local para o show, Tyra diz que todas as fãs da banda são bonitas como Jules… Assim, até eu os traria para tocar na garagem aqui de casa!

De qualquer forma, não gostei de ver a cena final, com Tyra ficando encantada pela figura de Landry no palco. Não gosto de pensar em Landry entrando de vez para a família Collete…

snapshot20081216073649J.D. McCoy finalmente tem uma atitude de adolescente “normal”. Não dava mais para aturar a cega obediência dele em relação ao pai, principalmente porque ele tem uma mãe gente fina para o ajudar.  

Além disso, J.D. conta com a simpatia do ex-bad boy de Dillon, Tim Riggins, que tem se mostrado um dos melhores personagens da temporada. Mesmo mantendo seu jeito caladão,  ele consegue, com meia dúzia de palavras, dar uma lição de moral (ou imoral) em J.D. e ainda expulsar Buddy Garrity da sua casa.

Buddy, por sua vez, continua ladeira abaixo, já que além de péssimo pai e marido, ainda revela ser um péssimo administrador. Ele usa, como última alternativa para salvar os negócios, as economias reservadas para a faculdade de Lyla e perde tudo. Para completar, ainda é preso ao agredir seu sócio (que perdeu o dinheiro) e, durante a briga, literalmente quebrar tudo no Landing Strip – que resulta em um prejuízo de mais U$ 40 mil, além dos U$ 70 mil já perdidos no seu investimento arriscado.

Apesar de parecer um pouco de emrolação, acho essa parte da trama interessante por dois motivos:

– Mostrar um pouco mais de Minka Kelly, a limitada, mas maravilhosa intérprete de Lyla Garrity.

– Adequar a trama aos dias atuais, tendo em vista que Buddy é dono de uma revenda de automóveis e este é segmento mais afetado pela crise americana.

Com tudo isso, Lyla se muda para a casa de Tim Riggins e precisa aturar o seu pai, que a todo o momento, aparece ou liga implorando perdão. Sorte que Tim prova mais uma vez que é macho e encara o sogrão descontrolado.

Bem diferente do que fez Matt: ele é pego na cama com Jules, após uma tarde de muito Love, justamente pelo pai da garota (seu técnico, aliás, é sempre bom lembrar) e quando vai falar com ele mais tarde, praticamente não consegue pronunciar um palavra sequer. Achei hilária essa seqüência, principalmente pela cara que Matt faz quando se vê obrigado a conversar com Eric.

snapshot20081215232814Além disso, tivemos mais uma mostra do talento de Connie Briton (Tami) e Aimee Teegarden (Julie), com aquela ótima cena mostrando a constrangedora conversa entre as duas.

Para encerrar, tivemos aquela expulsão de Eric durante a difícil partida dos PANTHERS. Li alguns comentários, que diziam que Eric havia feito aquilo apenas porque estava com raiva de Matt. Pois tenho certeza que não foi nada disso: antes de mais nada, é claro que a expulsão serviu para preparar um substituto para Kyle Chandler na história, caso a série seja renovada por mais uma temporada. Só que poucos perceberam que, em termos de história, Eric foi expulso propositalmente, pois sabia que os árbitros não “iam com a cara dele” e jamais permitiriam uma vitória dos Panthers. Eric então, assumindo um postura típica de Benjamin Linus (LOST) força uma expulsão. Sem ele em campo, os árbitros voltam a apitar corretamente e os PANTHERS ficam a dois jogos do título. Go Panthers, Go Eric !!!!

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FRIDAY NIGHT LIGHTS [S03E09] Game Of The Week

dezembro 7, 2008 às 10:40 pm | Publicado em FRIDAY NIGHT LIGHTS | 1 Comentário

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Esse, definitivamente, foi um episódio “menor” de FNL, o que é uma pena, tendo em vista que se trata de uma temporada tão curta e que pode (até o moment é) ser a última da série.

Começamos com aquela historinha de Billy Riggins e Mindy Colette, que não leva a lugar nenhum  e é mais do que previsível (ou alguém duvidaria que ele apareceria bêbado, implorando perdão e ela cederia?). Menos mal que a separação do casal, mesmo que relâmpago, serviu para uma improvável aproximação entre Mindy e Lyla e – agora sim, uma vantagem – rendeu aos “cuecas de plantão” aquela dança de Lyla. Mesmo bêbada e desajeitada, ela é fantástica…

snapshot20081207214602Tivemos um jogo dos PANTHERS, mas nem ele agradou. Achei tudo muito estranho e forçado. Não entendo nada de fubebol americano (o que sei, aprendi com FNL) mas, segundo o Eric do COMENTÁRIOS EM SÉRIE, aquela jogada final, com o Matt Saracen, é algo muito improvável. De qualquer forma, serviu para Matt ter o seu momento de glória, com direito a transmissão em rede nacional da sua jogada. O coitado merece…

Resta saber o que ele fará com sua vó, caso consiga entrar em uma faculdade. Para mim, nada mais simples do que ele levar a vó junto, para a cidade que ele for… Seu pai é do exército, sua mãe está o apoiando agora..

Tivemos também o encaminhamento de uma história que, convenhamos, demorou demais para rolar: Tim Riggins, mesmo que com toda a sua atitude displicente, já deveria ter chamado a atenção de alguma faculdade, pois é um craque e uma fortaleza. Mas Tim tinha medo de responsabilidade e acaba só tomando uma atitude depois de muita pressão por parte de Lyla.  Vamos ver no que vai dar isso…

Para encerrar, destaco Tyra e seu cowboy, numa sequência ainda mais previsível (nossa, como repeti essa palavra hoje) do que as demais. Desde a primeira vez em que o “Bon Jovi Cover” apareceu na vida do loira, ficou claro que ela só iria quebrar a cara e, só então, resolver acordar. Achei até que ela acaba sofrendo pouco, tamanha a sua burrice. Nem chegou a apanhar do cara… Ah sim, deve ter sido pavoroso, para uma pessoa que quase foi estuprada, ficar sozinha naquele bar sinistro…

Nos momentos difíceis, Tyra acaba recorrendo as duas pessoas que mais depositaram fé nela (e também as que mais se decepcionaram com ela), ou seja, Landry e Tammy Taylor. E o casal Taylor acaba tendo que interromper sua “noite romântica” para ir buscar Tyra em Dallas. Eu, sinceramente, teria mandado ela para a PQP!

E assim, terminamos o episódio. Mesmo um pouco decepcionado, continuo, com bom fã, torcendo por melhores episódios e, principalmente, por uma 4ª temporada.

[Podcast#5]

novembro 25, 2008 às 1:54 pm | Publicado em BONES, DEXTER, FRIDAY NIGHT LIGHTS, PODCAST, THE SARAH CONNOR CHRONICLES | 6 Comentários
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Depois de uma semana de “folga”, o Podcast Tô Assistindo está de volta. Num papo, descontraído como sempre, comentamos sobre:

   00:00 - 00:47 Abertura, com a nova vinheta
   00:47 - 01:25 Apresentação dos participantes
   01:25 - 06:20 Comentários sobre DEXTER [3x07] e [3x08]
   06:20 - 09:58 Apresentando a série BONES
   09:58 - 13:00 Comentário sobre BONES [4x09]
   13:00 - 16:20 Apresentando a série TERMINATOR: THE SARAH CONNOR CHRONICLES
   16:20 - 20:36 Comentário sobre THE SARAH CONNOR CHRONICLES [2X09]
   20:36 - 25:36 Comentários sobre FRIDAY NIGHT LIGHTS [3X08]
   25:36 - 26:37 Encerramento 

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FRIDAY NIGHT LIGHTS [3X07] Keeping Up Appearances

novembro 18, 2008 às 12:22 am | Publicado em FRIDAY NIGHT LIGHTS | 3 Comentários

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Talvez o que mais tenha me encomodado neste 7º episódio tenha sido a tediosa seqüência que mostra a reaproximação de Buddy e dos seus filhos mimados. Além de Buddy não ser um exemplo de personagem para quem gostamos de torcer, a trama é previsível demais, parecendo ter sido diretamente importada de algum filme da “Sessão da Tarde”. Valeu apenas por mostrar um pouco mais de Lyla na tela (infelizmente, não com o vestido do episódio anterior).

Outra coisa que não me agradou foi a total ausência de Matt e Julie, principalmente depois de todos os acontecimentos envolvendo os dois na semana anterior. É claro que isso tem uma razão de ser, que é não saturar a imagem e nem a história dos dois (caso contrário, precisariam “inventar” uma nova separação para eles em breve).

snapshot20081118002115Tivemos o crescimento de um novo personagem, Jamarcus, de olho em uma possível próxima temporada. Apesar de bastante absurda (seus pais nunca desconfiaram do filho chegando todo arrebentado em casa, nas sextas-feiras?), acredito a seqüência tenha sido necessária. O personagem precisa de mais algum tempo para demonstrar se tem ou não carisma, mas estas são esperiências, como já disso, necessárias para se garantir a continuidade da série.

 

Gostei das cenas envolvendo Landry que, como sempre, acaba metendo os pés pelas mãos, ao se apaixonar instantâneamente, pela colega de banda Devin, sem perceber que a garota era um pouco “diferente”. Confesso que eu mesmo não havia notado nada, mas acho que isso se deve mais às limitações da atriz do que à minha falta de atenção.

Para piorar a sua situação, Landry ainda corre para contar à Tyra que está com uma nova namorada – sem se certificar de que realmente ESTAVA namorando. O papo dele com Tamy Taylor, ao perceber a mancada feita, também foi ótimo.

snapshot20081118000034Demorou mas aconteceu: Eric finalmente começa a perder a paciência com o sr. Macoy, após este intrometer-se no treino e, pior ainda, nos jogos dos PANTHERS.

 

Seu filho, J.D., ainda consegue ter paciência com o pai chato, mas acredito que isso não vai durar muito tempo. Como sempre, acaba sobrando para a mãe do garoto contornar a situação.

Guardem esse nome: Chris Eyre. Ele foi o diretor deste episódio (o primeiro dele na série) e mostrou ser um diretor bastante limitado. Mesmo sabendo que a maioria das cenas de futebol ficam a cargo do diretor da segunda unidade, achei até essas cenas “estranhas” nesse episódio. Para quem se interessa por esses detalhes, basta uma rápida comparação entre o currículo de Cris Eyre  (com praticamente nenhum trabalho de expressão) e o do diretor do episódio anterior, Patrick R. Norris , que já dirigiu séries como BONES, THE O.C., ALÉM DA IMAGINAÇÃO e ROSWELL para começarmos a entender porque o episódio anterior foi tão melhor do que esse.

snapshot20081118000131O destaque da noite, para mim, acabou sendo foi a despedida (ou pela menos a preparação para ela) de Jason Street. Ele e seus “sócios”, depois de muita luta (literalmente falando – aliás, ótima a cena em que Tim fecha a cortina para enconder a pancadaria) conseguem terminar a reforma e recebem uma boa proposta pela casa. Enquanto isso, Jason prepara um material para divulgar Tim Riggins como jogador e percebe que pode trabalhar com isso: agenciando atletas.

Duas cenas se destacam aí: a fita de Tim, que inclui declaração de Eric Taylor e de Billy Riggins e a comovente conversa entre Lyla e Jason no final da noite. Impossível não se emocionar e concluir que, mesmo com um episódio menor, como foi esse, FNL ainda é uma série muito superior à maioria.

FNL [3×06] It Ain’t Easy Being J.D. McCoy

novembro 13, 2008 às 12:19 am | Publicado em FRIDAY NIGHT LIGHTS | Deixe um comentário

FRIDAY NIGHT LIGHTS segue contando histórias simples e, ainda assim, nos presenteando a cada semana com um ótimo episódio. Desta vez, acompanhamos J.D. Macoy e o o pesado fardo que carrega: aos 16 anos, ele vive apenas para jogar e treinar. Não bebe (nem refrigerante) e seu pai não quer nem mesmo vê-lo envolvido com garotas.  Como se já não bastasse tudo isso, ele ainda sente o peso de ser considerado a nova grande promessa do futebol na sua posição.

Ou seja, FNL não está contando nada de novo, já que sabemos onde tudo isso vai dar. Os Ronaldinhos estão aí para confirmar…

Assim, apesar de arrebentar em sua primeira partida como titular, é triste constatar o constrangimento de todos, principalmente do próprio J.D., quando seu pai invade o vestiário após o jogo , o impedindo confraternizar com os colegas de time.

Eric percebe a situação e pede para que Tim Riggins ajude o garoto. Mesmo não sendo a pessoa mais indicada para ciceronear um jovem inexperiente, acaba sendo louvável o esforço de Tim. Porém, não é surpresa para ninguém que  JD acabe metendo o pé na jaca e tomando o primeiro porre da vida. Desta situação, seguem algumas observações:

 

– Até o Coach Eric se sentiu constrangido no dia seguinte,  quando o Sr. Macoy obriga o filho a desculpar-se com o treinador, por ter bebido. Jurava que Eric diria: “Tudo bem, ele é jovem”…

– É bom Riggins não se tornar “melhor amigo” de JD pois, além do guri estar deslumbrado por Lyla, sabemos que a piriguete não perdôa um “amigo alheio”. Menos mal que JD não se interessou por Julie, pois daí seria sacanagem demais com Matt. Falando em Lyla, parabéns para ela! Vai ser bonita assim lá na p… 

snapshot20081112235746Enquanto isso, o afastamento do time está lhe fazendo muito bem a Matt. Além de poder viver sem pressão e de ter recuperado a mãe, Saracen ainda tem sua primeira “noite de amor” com Julie. Achei tudo muito bem conduzido (principalmente considerando as limitações de tempo), pois mostrou com bastante realismo e sensibilidade os dois jovens, sabidamente inexperientes, tímidos e desajeitados. Melhor ainda foram as caras dos dois depois do “acontecimento”, principalmente o sorriso de Julie diante do espelho. Não era preciso dizer mais nada…

Jason Street, por sua vez, encontra-se enrascado novamente, depois de apostar todas as suas fichas na compra da casa de Buddy. Ele e seus “sócios” não conseguem se entender e as brigas são constantes – tornando cada vez mais distantes os planos de reformar a casa e, posteriormente, vendê-la.

Sorte que existe Eric Taylor, que bem que poderia ser chamado de “Gandalf Taylor” já que, assim como o famoso personagem de SENHOR DOS ANÉIS, ele parece ter  sido enviado ao mundo apenas para ajudar os necessitados. E é isso que ele faz ao perceber a “roubada” em que Street havia se metido: além de incentivar o cara, com um dos seus famosos discursos, mete a mão na massa, inclusive se atrasando para o baile da escola ao ficar até tarde ajudando Jason na reforma.

Fechando a sequência de Street, tivemos aquela bela cena, onde o rapaz canta para o filho ao celular. Nem os, normalmente durões, Billy, Tim e Herc resistem ao encantamento daquele momento.

Também gostei muito do desenvolvimento da história de  Tyra e Landry, embora nenhuma delas tenha trazido nada de surpreendente.

Tyra passa por maus bocados com seu namorado, pois é procurada por uma moça que supostamente carrega um filho dele nos braços. Para piorar, a tal garota reclama da falta de assistência financeira por parte do cowboy. A loira fica furiosa, briga com Cash mas, mostrando-se imbecil como o restante da família, logo engole um papinho do cowboy e, rapidamente, o perdôa.

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Já a história de Landry, particularmente me agradou mais, já que envolveu o lado “musical” do personagem. Ele briga com o baixista de sua banda e precisa selecionar um novo músico para ocupar a vaga. Depois de algumas tentativas frustradíssimas, ele encontra uma garota, que além de ser bem “ajeitadinha” ainda toca e canta bem. Como acho que  Landry e Tyra não agradam como um casal, torço para que ele se acerte com a guria.

Assim, esse foi mais um episódio nota 10 de FNL. Que venha o próximo!

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